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Pediatra Dra. Danielle Negri explica como agir em caso de crianças com febre

Pediatra Dra. Danielle Negri explica como agir em caso de crianças com febre.





Pediatra Neonatologista, Dra. Danielle Negri

se posicionou em seu espaço digital, para falar sobre a febre nas crianças.


A pediatra, conhecida por ser a queridinha dos famosos, relatou que uma das frases mais escutadas em qualquer consultório pediátrico é:


“MEU FILHO ESTÁ COM FEBRE!”


E para tirar dúvidas de mamães aflitas, a Dra esclarece que a febre é um sinal de alerta, mas não necessariamente uma doença.

Entenda porquê.


O que é febre?


A febre é caracterizada pela temperatura corporal acima de 37,8˚C e é um alerta de que algo não está bem. É uma resposta fisiológica de defesa sinalizando algum ataque ao nosso organismo.


Na maioria das vezes, a febre é uma manifestação de alguma infecção viral e em apenas uma pequena porcentagem dos casos é de fato o estágio inicial de uma doença grave.


A Dra afirma que é importante ressaltar, que a febre pode ser o sintoma de algo menor e mais simples, como um processo inflamatório de algum tipo. Portanto, antes de qualquer correria e maiores aflições, deve-se hidratar bem a criança e retirar qualquer agasalho ou roupinha mais pesada, e voltar a medir a temperatura em 30 minutos. Contudo, observar o estado geral da criança e não apenas a temperatura.


Em outros casos, Dra Danielle afirma que

situações de fato preocupantes, são quando a febre vier acompanhada de dores de cabeça persistentes, dificuldade para respirar, manchas vermelhas, vômitos, irritabilidade intensa ou sonolência, dificuldade de dobrar o pescoço. O mesmo para quando a febre passar mas os outros sintomas não.


“É preciso ter muita atenção também aos casos de febre em bebês menores que três meses.”


CONVULSÃO FEBRIL


“Quero dedicar algumas linhas a esse assunto que assusta alguns pais. Em primeiro lugar, a convulsão febril é benigna e não deixa sequelas. É causada pela elevação súbita da temperatura corporal em crianças que já possuem predisposição, que nesse caso é representado pela ocorrência de um quadro similar com familiares. A faixa etária mais comum é dos seis meses aos seis anos.” Afirma a Dra Danielle Negri.